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O que não te contaram sobre a automedicação

Atualizado: 29 de dez. de 2022

Ter uma “pequena farmácia” em casa tornou-se um hábito muito comum. A maioria das pessoas costuma ter remédios para dor, febre, gripe e até anti-inflamatórios para as mais diversas situações. Infelizmente, essa facilidade no acesso de medicações também aumenta o risco e a exposição aos perigos da automedicação.


Apesar deste hábito já fazer parte da vida de muitas pessoas, o cuidado é indispensável. Os medicamentos são substâncias químicas, causam efeitos colaterais, podem interagir com outros remédios e também existem as contraindicações.


Continue lendo e confira os perigos aos quais você se expõe quando se automedica e o que você pode fazer para evitar esse problema.


Complicações que podem ser causadas pela automedicação


Automedicação é o ato de tomar remédios por conta própria, sem orientação médica. Muitas vezes vista como uma solução para o alívio imediato de alguns sintomas, a automedicação pode trazer consequências mais graves do que se imagina.


Ingerir uma medicação de forma inadequada pode provocar malefícios ao organismo. Além disso, todo remédio possui efeitos colaterais, é preciso ficar atento às seguintes complicações:


Resistência ao medicamento: O uso indiscriminado de um remédio pode facilitar o aumento da resistência dos microrganismos àquela substância. No caso dos antibióticos, por exemplo, pode prejudicar a eficácia de tratamentos em infecções futuras.


Interação medicamentosa: Há risco de um medicamento ingerido reagir em contato com outro que a pessoa usa de forma contínua. Neste caso, um pode anular ou potencializar os efeitos do outro.


Reação alérgica: Ingerir medicamentos que não foram prescritos por um profissional da saúde pode causar reações não esperadas no organismo.


Intoxicação: Usar doses inadequadas de remédios pode causar diversos impactos na saúde, desde a ineficácia do tratamento, até a overdose da substância no organismo, que leva a intoxicação.


Dependência: Algumas substâncias proporcionam mais chances de vício quando tomadas em doses incorretas e por tempo além do indicado por um médico.


Além de tudo o que já foi mencionado, outro problema muito comum entre quem tem o hábito da automedicação é o acúmulo de remédios em casa, que pode provocar:

  • Mau armazenamento;

  • confusão entre diferentes remédios;

  • ingestão acidental por crianças;

  • consumo do medicamento após a data de vencimento.


Entendendo a importância de prevenir a automedicação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou a campanha A Informação é o Melhor Remédio, onde foram disponibilizados vídeos, cartazes, guia de apoio e uma cartilha para conscientizar as pessoas sobre o tema.


Ressaltamos que na presença de mal estar, dores ou quaisquer sintomas, a recomendação é buscar por um médico. Apenas o profissional de saúde devidamente habilitado e registrado é capaz de identificar as causas do seu problemas e indicar a melhor solução para o tratamento.


Além de garantir mais segurança, tranquilidade e eficiência no uso de remédios, os médicos observam a eventual necessidade de um exame, estipulam ações paliativas ou preventivas, entre outras ações.


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